Sua carreira na gastronomia com um toque especial

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Para quem busca um toque especial na carreira gastronômica, o Centro Universitário Senac continua a parceira de cursos de extensão com a École Lenôtre. Esse ano, a união das duas entidades rendeu quatro módulos, com duração de 40 horas e as inscrições já estão abertas. Podem participar do curso alunos e profissionais em busca de especialização em nível avançado de confeitaria e gastronomia francesa.

A aulas serão ministradas no unidade da Aclimação em laboratórios totalmente equipados. Com turmas pequenas, as aulas profissionais da área gastronômica que possuem a certificação internacional MOF – Meilleur Ouvrier de France. Em cada curso, por uma semana um chef francês será responsável pelas aulas e ao concluírem o curso, recebem certificação da Lênotre.

O próximo módulo será sobre pratos elaborados com derivados de carnes – Terrines e Charcuterie Tradicionais, nos dias 17 a 21 de setembro. E para quem tem menos tempo, um workshop de 6 horas acontecerá na unidade de Campos do Jordão no dia 22 de setembro.

Clique aqui para fazer a sua matrícula e acompanhar os lançamentos dos workshops sobre cada tema.

Curso de extensão universitária Terrines e Charcuterie Tradicionais Senac Aclimação
Data: 17 a 21 de setembro
Carga horária: 40 horas/aulas
Valor: R$ 4.060 (dividido em até 6 vezes no cartão de crédito)
Vagas para o curso: 16 vagas
Local: Rua Pires da Mota – 838 – São Paulo
Informações e inscrições: www.sp.senac.br/aclimacao

Mais informações: www.sp.senac.br


Novidade crocante

Melona waffle

Produzido pela empresa sul coreana Binggrae, o Samanco é a combinação de sorvete de creme com uma fina camada de anko e casquinha de waffer. O formato imita um taiyaki, o bolinho japonês bastante típico em forma de peixe, que deixa a produto ainda mais curioso.
A inusitada mistura surpreende até quem torce o nariz para o famoso “doce de feijão”, de tão bom que fica misturado ao sorvete de creme. Tanto que é muito comum acharem que se trata de calda de caramelo.

Nos últimos meses, versões mais tradicionais de chocolate e morango (da foto) chegaram aos freezers com o sugestivo nome Melona Waffle substituindo os símbolos coreanos. E mesmo parecendo trivial o sabor surpreendeu, trazendo lembranças do saudoso picolé Sundae da Kibon. Seguindo a tradição dos doces orientais que tem sabor menos adocicado, o sorvete de baunilha é cremoso e combina muito bem com o recheio de morango. E a casquinha, mesmo vindo de muito longe, tem boa crocância e fez os 6 Reais valerem a pena.

Detalhe do recheio de morango. Ao lado, algumas imagens da embalagem do Samanco original (porque padronização é tudo, né?)

E o nome não é fruto do mero acaso, a Binggrae também é a empresa responsável pela febre verde que se alastrou nos frequentadores da Liberdade e dos mercadinhos de comida orientais: o picolé cremoso Melona. Criadas em 1992, as famosas barrinhas com sabor de melão chegaram timidamente ao Brasil em 1998  importados pela empresa Macross. Hoje, o produto ganhou mais cores nas versões morango, manga e banana.

Especialização francesa sem sair do Brasil

A cozinha japonesa é conhecida pelos detalhes, a paciência e técnica sofisticada e talvez a única equivalente seja a culinária francesa. E uma das marcas mais emblemáticas da gastronomia na França é a Lenôtre. Fundada e comandada que por mais de 60 anos pelo lendário Gastón Lenôtre – responsável pela construção de um verdadeiro império que influenciou a gastronomia no mundo todo.

Com a sua busca incessante pela perfeição e misturas surpreendentes, seu rigoroso e altro padrão renderam-lhe uma confeitaria impecável . Seus feitos e fama foram tão marcantes que se tornou uma das fontes de inspiração para o personagem Gasteau no filme animado Ratatouille (2007, Pixar).

Gastón Lenôtre faleceu em 2009, deixando em seu legado a Escola Lenôtre ( L’École Lenôtre ),  a primeira escola de gastronomia da França em 1971, que se tornou famosa e reconhecida mundialmente como referência no ensino de pastisserie.

E a boa notícia é que a Escola Lenôtre em parceria com o Centro Universitário Senac criou cursos de extensão universitária e workshops voltados a alunos e profissionais que queiram se especializar em técnicas avançadas de confeitaria. 

Os cursos acontecerão nas unidades Aclimação e Campos do Jordão, em laboratórios totalmente equipados, com turmas pequenas e serão ministrados por profissionais da área gastronômica que possuem a certificação internacional MOF – Meilleur Ouvrier de France. Em cada curso, por uma semana um chef francês será responsável pelas aulas e ao concluírem o curso, recebem certificação da Lênotre.

As inscrições para os cursos já estão abertas.

Curso de extensão universitária Peças montadas em Croquembouche Senac Aclimação
Data:de 11 a 15 de junho
Carga horária: 40 horas/aulas
Valor: R$ 4.060 (dividido em até 6 vezes no cartão de crédito)
Vagas para o curso: 16 vagas
Local: Rua Pires da Mota – 838 – São Paulo
Informações e inscrições: www.sp.senac.br/aclimacao

Mais informações: www.sp.senac.br

Testado e aprovado: receita de Gyoza

Faz algum sentido, mas é difícil concordar. Existe uma crítica recorrente sobre receitas de blog, de que a menos que seja de chefe famoso, não há valor ou algo interessante nelas. Que se a pessoa fosse dedicar tempo para cozinhar, seria para fazer o prato do chef X.

Em “As minhas receitas japonesas” da Mari Hirata, Nina Horta conta na introdução que se apaixonou à primeira vista pela chef ao notar que ela era dessas que se importavam, que queriam uma comida boa, honesta, bonita e experimentada.

Seguindo esses mesmos valores, há vários sites e blogs que oferecem de bandeja receitas honestíssimas, testadas e aprovadas por gerações. Em muitos casos, tão boas quanto as de qualquer restaurante (quiça muito melhores), com fotos detalhadas, explicações passo-a-passo e várias observações sobre o que deve ser feito ou não.

E para provar essa teoria, depois de uma triagem nos links indicados pelo Bistrô Pregui foi escolhida essa receita de Gyoza da Lilian Sato. Além de ser ótima para um dia preguiçoso, é um bom programa para ser feita a quatro, seis, oito mãos pela família ou grupo de amigos. E o prato fica bastante em conta – todos os ingredientes sairam menos de R$15,00 comprados em um único mercadinho na Liberdade.

Outra vantagem é que uma vez dominada a técnica do fechamento do gyoza, basta mudar o recheio para conseguir “pot stickers” tão saborosos quanto de qualquer restaurante e mais leves do que os comprados prontos. Leva-se  mesmo alguns minutos para fechar o primeiro e talvez o segundo “pasteizinho”, mas não é difícil e o esforço compensa.

Na receita da Lilian a massa foi comprada já pronta em uma loja de produtos asiáticos em Helsink. Para Mari Hirata, a massa consiste em 300g de farinha de trigo para 150ml de água. Existem opções boas e já prontas na Liberdade, vendidas congeladas, em pacotinhos que variam de 15 a 18 discos já abertos  (vale considerar essas diferença ao calcular a quantidade de gyozas por pessoa) e que descongelam de um dia para o outro na geladeira.

E como quem conta um conto, aumenta um ponto, o #ficaadica da vez é o uso de rolo de macarrão para abrir um pouco mais a massa e assim garanti uma casquinha ainda mais fina e leve. :)

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